domingo, 30 de junho de 2013

                       PERFIL DOS INTEGRANTES

 LUCIMAR FERRAZ DA SILVA 

AMERICANA - SP

Professora de Português há 20 anos na rede pública do Estado de São Paulo. Formada em Letras (apenas Português) pela PUCCAMP.


ONIVETE FÁTIMA FELICIANO CARDOSO 

SANTA BÁRBARA  d´OESTE - SP

Sou professora efetiva desde 2005, leciono em Americana, gosto do que faço e acredito que este curso seja importante para troca de experiências e acréscimo de conhecimento na nossa atuação profissional.

CARLOS ELITON DE SOUZA AZEVEDO

SANTA BÁRBARA d´OESTE

Professor de Língua Portuguesa há vinte e seis anos (nesse período também trabalhei algum tempo com Inglês) . Paralelo, trabalho como professor na rede municipal de Americana há vinte e dois anos. Tenho grandes expectativas sobre esse curso, pois é uma forma de amadurecermos e crescermos profissionalmente.

LUISA ELISABETE DE LIMA MARTIN CRUZ

SANTA BÁRBARA d ´OESTE

Sou professora de Inglês e Português na escola Jorge Calil. Atualmente, estou readaptada prestando serviços na área administrativa da escola. Espero que este curso venha acrescentar algo interessante ao nosso conhecimento.

terça-feira, 18 de junho de 2013

TURMA 4- SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM
CARLOS, ELISANDRA, EUNICE, IRANÍ, ROSIMARY.
PÚBLICO-ALVO: 9º ano.
ASSUNTO: Texto Meu primeiro beijo.
AUTOR: Antônio Barreto
AULAS PREVISTAS: 5 a 7 aulas.
O objetivo desta  situação de aprendizagem é propiciar aos alunos situações didáticas eu contribuam para o desenvolvimento de sua capacidade interpretativa e de refletir  sobre  a vida e o comportamento humano, bem como identificar aspectos e características do gênero em estudo(crônica narrativa) e verificar a linguagem e os recursos utilizados por seus autores. Além de perceber que o autor ( cronista) expõe seu ponto de vista, seus comentários, suas ironias e interpretações a respeito de fatos (notícias ou dia a dia pessoal)
Conteúdos e temas: Estudo do gênero textual crônica; elementos  da narrativa; leitura de crônicas diferenciadas, produção de narrativas (crônicas) e estudo dos aspectos linguísticos.
Competências e habilidades: Inferir o sentido principal do texto, no sentido global; reconhecer o gênero do texto em estudo ;interpretar o sentido do texto; localizar itens de informações explícitas e implícitas; identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que compõem a narrativa.
Estratégias: aula baseada nos conhecimentos prévios do aluno, com direcionamento do professor; aproximação dos conteúdos com a realidade do aluno.  Comparações entre os diferentes textos em seus diversos gêneros.
Recurso utilizado: Texto Meu primeiro beijo, de Antônio Barreto;outras crônicas diferentes textos em seus diversos gêneros selecionadas pelo professor ( como O primeiro beijo, de Clarice Lispector, músicas e imagens)
Avaliação: Produzir um vídeo sobre o tema trabalhado. ( Power Point / Movie Maker)
1º PASSO: Roda de conversa (para saber o que os alunos sabem sobre o gênero crônica, se já leram, comentar; se gostam de ler esse gênero; se conhecem o autor e que obra dele já leram).
2º PASSO: Antecipação do conhecimento prévio, questionar:
ü  O que sugere o titulo,
ü  Que idade é normal que ocorra o primeiro beijo,
ü  Isso já aconteceu com você?
3º PASSO: Fazer inferências sobre o autor – pesquisa dirigida na sala de informática.
4º PASSO: Explicar a estrutura do gênero.
5º PASSO: Leitura compartilhada e interpretativa.
ü  Inferências locais,
ü  Inferências explícitas.
6º PASSO: Explorar o sentido do texto: denotação e conotação.
7º PASSO: Explanação sobre as figuras de linguagem e sua função dentro da construção textual.
8º PASSO: Reconhecer as figuras de linguagem.
9º PASSO: Intertextualidade (texto O primeiro beijo de Clarice Lispector, músicas e imagens). Comparações entre os diferentes textos, em seus diversos gêneros.
10º PASSO: Produto final – produzir um vídeo sobre o tema trabalhado (Power point, movie maker).
OBSERVAÇÃO: Este texto pode ser trabalhado também com 8º ano, junto com o professor de Ciências, em que este trabalhará as partes do corpo, sexualidade (beijo), já que esta matéria faz parte do currículo da série citada.

                                                   imagem: frasesparafacebook.info

                                             imagem: imagensporfavor.com

domingo, 16 de junho de 2013

Luísa Elisabete de Lima Martins Cruz
Maria Aparecida de Souza Francisco
Karina R. Borges
Ana Paula Angelotti Ferreira

Turma 6 – Curso MGME

Situação de aprendizagem: OFICINA DE LEITURA
7º ano
Tempo previsto : 6 a 8 aulas

Texto : Avestruz  de Mário Prata


Competências e habilidades de leitura:

Antes da leitura
- Levantamento de conhecimento prévio sobre o assunto;
- Expectativas em função da formatação do gênero;
- Antecipação do tema ou ideia principal, como o título.

Durante a leitura
- Esclarecimento de palavras desconhecidas a partir de inferência;
- Busca de informações por meio de consulta a enciclopédias, internet e outras fontes;
- Construção do sentido global do texto.

Depois da leitura
- Troca de impressões a respeito dos textos lidos, fornecendo indicações para sustentação de leitura e acolhendo outras posições;
- Utilização, em função da finalidade da leitura, do registro escrito para melhor compreensão;
- Avaliação crítica do texto.

Atividades
1. Levantamento de conhecimentos prévios.
    Roda de conversa mediada pelo professor. Após a observação do título do texto os alunos tentarão descobrir o tema abordado pelo autor.

2. O professor questiona os alunos sobre o que acham da possibilidade de ter uma avestruz como animal de estimação . Os alunos usarão suas inferências de mundo para responder à questão.

3. Ainda em roda, o professor distribuirá cópias do texto para que os alunos observem a formatação e sugiram a qual gênero textual pertence.

4. Leitura compartilhada
    Os alunos, durante a leitura do texto, selecionarão as palavras desconhecidas  e farão um levantamento de seus possíveis significados dentro do contexto.

5. Pesquisa dirigida na sala do ACESSA ESCOLA sobre a avestruz: imagem, habitat, altura, peso, país de origem e onde é criado no Brasil. Elaboração de ficha organizativa com os dados obtidos com a pesquisa. Após fazer a pesquisa dirigida na sala do Acessa Escola sobre a avestruz, pedir aos alunos que façam pequenos slides sobre o que aprenderam com a pesquisa e o texto estudado, além de colocarem fotos.

6.Os alunos serão divididos em grupos e checarão se as informações obtidas com o uso da tecnologia conferem com o texto.

7. O professor fará os seguintes questionamentos:
 - Acharam o texto interessante?
 - Gostaram de ler?
 - Falta algo para que o texto fique mais claro?
 - Suas expectativas sobre o texto foram confirmadas?

8. O professor pedirá que, individualmente, os alunos releiam o último parágrafo do texto. O narrador sugere que o garoto seja levado a um psicólogo. Por quê?

9. Retomada dos elementos da narrativa  e características do gênero crônica estudados no ano anterior (6º ano) . O professor questionará sobre a intenção do autor ao produzir o texto: humor, reflexão ou crítica social.

10. O professor proporá aos alunos uma situação fictícia (dramatização) em que eles encontrariam com o garoto da narrativa e deveriam convencê-lo da impossibilidade de se ter
uma avestruz ou as cinco gaivotas e um urubu como animais de estimação.

Avaliação

1. O aluno identifica e recupera as informações literais?
2. Compreende conteúdos não explícitos que envolvem inferência e integração de segmentos do texto?
3. Sintetiza o texto lido de modo coerente?
4. Avalia criticamente o texto?

Bibliografia

ROJO, Roxane. Letramento e capacidades de leitura para a cidadania. São Paulo: SEE: CENP,2004.
DOLZ, Joaquim & SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros e progressão  oral e escrita – Elementos para reflexões sobre uma experiência suíça. Enjeux, 37-38: 49-75 [NT],1996.
Caderno do professor – 5ª série – volume 3 – São Paulo: SEE,2009.


                                                          imagem: avesmoni.galeon.com


                                                                  MÁRIO PRATA

                                                         imagem: saraivaconteudo.com.br


                                                                         LUÍSA

                                                                            













    SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM - CRÔNICA "PAUSA" DE  MOACYR SCLIAR

Público alvo: alunos do 9º ano do Ensino fundamental
Tempo de duração: 10 aulas
Objetivo geral: relacionar as diferentes linguagens a partir de um mesmo tema.


                                          Competências


 - ler e analisar o gênero textual crônica, o qual apresenta traços argumentativos;

 - debater sobre o tema;
 - selecionar informações de acordo com os objetivos ou intencionalidade da situação de comunicação;
 - discutir pontos de vista, levando em consideração as leituras e suas experiências pessoais;                    
 - criar hipóteses de sentido a partir de informações dadas;              
 - inferir informações subjacentes às ideias explícitas no texto;             
 - interpretar texto literário;                  
 - utilizar conhecimentos sobre a língua e sobre gêneros textuais para a elaboração de projetos coletivos;
- transpor o texto escrito para a oralidade, fazendo as adaptações necessárias.

                                       
                       
                   
1. Ativação de conhecimento de mundo

Oralidade

- Em que momentos da vida precisamos de pausas?
- No dia a dia, quando fazemos pausas?
- O que você sabe sobre o autor?
- Você costuma ler jornal?

2. Localização de informações, comparação de informações, generalizações

Leia os quatro primeiros parágrafos, reflita e responda:
- Em sua opinião, o que a personagem faz todos os domingos?
- Por que a esposa não vai junto?
- Será que a personagem vai mesmo ao escritório?
- Quando se passa a história? Trata-se de uma narrativa?
- Que elementos do gênero você consegue identificar?

3. Antecipação e checagem de hipóteses

- Leia silenciosamente toda a crônica e grife as palavras desconhecidas.
- Reúna-se com seus colegas numa roda de conversa para discutir sobre o assunto abordado.
- Com o grupo, levante hipóteses sobre os possíveis motivos que levaram Samuel a querer essa "pausa" aos domingos.

4. Confirmação das hipóteses

- Leitura compartilhada e análise do texto
- Após a leitura do texto, responda no caderno:

1. No início da crônica, o diálogo entre Samuel e sua esposa demonstra algo estranho?
2. Quando Samuel chega ao seu destino, ou seja, no hotel, o que o autor sugere?
3. Após Samuel entrar no quarto alugado, podemos observar que a sugestão não se confirma. O que ele      realmente fazia aos domingos naquele hotel?
4. Qual é a parte do texto que narra o sonho de Samuel?
5. Quais as sensações que Samuel teve através do sonho?
6. Em sua opinião, o que o diálogo final do texto entre Samuel e o gerente do hotel pode sugerir?
7. Após a leitura do texto, o que você conclui sobre o relacionamento do casal?
8. Por que o gerente o trata como Isidoro?

5. Reprodução do contexto de produção, definição de finalidades e metas da atividade de leitura

A. Você conhece o gênero textual crônica?
B. Observe na crônica lida, os seguintes elementos:
     - aspectos da narrativa, tais como: narrador, personagens, enredo, tempo, espaço;
     - análise das questões do cotidiano;
     - predominância do discurso direto;
     - crítica implícita na narrativa.

6. Percepção das relações de intertextualidade/ interdiscursividade

- Músicas: "Paciência", Lenine e "Pausa", Tetê Espíndola.
- HQ (tirinhas): Mafalda, Snoopy, Turma da Mônica.

7. Percepção de outras linguagens, elaboração de apreciações estéticas e/ou afetivas, elaboração de  apreciações relativas a valores estéticos e/ou políticos
  
   - Pesquisa na sala de informática sobre crônicas de autores consagrados como: Luis Fernando Verissimo,
      Fernando Sabino, Carlos Heitor Cony, Ligia Fagundes Telles, entre outros.

   - Dramatização: escolha de uma das crônicas pesquisadas para uma apresentação dramatizada.

Bibliografia

Rojo, Roxane. Letramento e capacidades de leitura para a cidadania. São Paulo: SEE: CENP, 2004.

DOLZ, Joaquim & SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros e progressão oral e escrita - Elementos para
reflexões sobre uma experiência suíça. Enjeux, 37-38: 49-75 [NT], 1996.

SCLIAR, Moacyr. "Pausa". In: BOSI, Alfredo (org.) O conto brasileiro contemporâneo. São Paulo: Cultrix, s/d p. 275-277.

Cursistas (autores do encontro presencial):

- Claudete Coelho Campos                              
- Milena Azenha Defavari Duarte                      
- Odete Sueli Fávero Polveiro                          
- Onivete Fátima F. Cardoso                            
- Roseli T. Turquiai Milani

- Diana
- Eliana
- Irena
- Leilamar
- Lucimar
- Patrícia

                                                      imagem: moacyrscliar 82.blogspot.com

Paciência

Lenine

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta pra perceber ?
Será que temos esse tempo
Pra perder?
E quem quer saber ?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...
Será que é tempo
Que lhe falta pra perceber ?
Será que temos esse tempo
Pra perder ?
E quem quer saber ?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...
A vida não para...

     www.letras.mus.br

                                                 youtube.com


                                                    IMAGENS PARA REFLEXÃO
                                                     

                                                  imagem: alcastrosantos.blogspot.com

                                                         imagem: fabishimabukuro.blogspot.com

                                                         imagem: ancarlosaraujo.blogspot.com

                                                          ONIVETE   e LUCIMAR

quarta-feira, 5 de junho de 2013

  
 


"É o encontro com outras pessoas que faz a vida valer a pena!"

Guy de Maupassant

VENHA AO NOSSO ENCONTRO...VISITE NOSSO BLOG!!!


                 
                            O PRIMEIRO LIVRO A GENTE NUNCA ESQUECE

                                                  DEPOIMENTOS



Também sou da geração "vaga-lume"... Mas, como vários aqui relataram, meu primeiro livro foi uma indicação da minha irmã mais velha e não foi "A ilha perdida", mas, sim, "A montanha encantada", ou seja, a autora é a mesma, a Maria José Dupré!!! Alguns anos depois, no "ginásio" a professora de Português, D. Norma, organizou a biblioteca da escola e, claro, eu bem me lembro que a maior parte dos livros eram desta coleção também e ficávamos lá por duas aulas "apenas" lendo e não esqueço que, para conservar os livros, estes foram encapados com papel pardo (que triste! não podíamos nem apreciar a capa!!!). E, mesmo escolhendo os livros apenas pelos títulos ou indicação de outros colegas ou da professora, acho que para a grande maioria dos colegas da escola, esse é o nosso maior referencial de início no mundo da leitura!! E, assim como hoje acontece, alguns alunos "devoravam" muitos livros, outros apenas fingiam ler e confesso que não me recordo como eram estas cobranças de leitura, acho que nem havia tanta cobrança, mas lembro que ela ficava muito brava se trocássemos de livros toda aula. Também, com essa mesma professora, tínhamos muitas aulas de produção de texto. Ela citava algumas palavras e tínhamos que produzir um texto em que elas aparecessem e, depois, líamos para toda a sala. E, hoje, sempre que reencontro alguns amigos daquela época, recordamos destas aulas de redação e especialmente de algumas histórias produzidas pelos colegas, seja por terem sido muito engraçadas ou mesmo porque havia muitos deles que já escreviam muitíssimo bem, o que, infelizmente não era meu caso!  
                                                                                                                           Lu
                              


 PRIMEIRO CONTATO
    O meu primeiro contato com a leitura e escrita foi através das cartas que meu pai escrevia para os parentes distantes da minha avó. Eu adorava ver as palavras sendo transformadas em letras, que eu não entendia, mas que me fascinavam. Às vezes, meu pai pedia para eu me afastar, pois atrapalhava. Eu me recusava a sair, mas quando saia, logo voltava, pois aquele era um momento mágico. Depois, aguardava ansiosa a leitura da carta que simbolizava uma longa e bonita história.
   Isso me despertou a vontade de ir à escola, mesmo não tendo idade. Após longa insistência, meu pai conversou com a professora, que concordou que eu assistisse às aulas. Pouco tempo depois, graças à dedicação da professora e do apoio da minha mãe nas lições de casa, eu estava alfabetizada e me destacava entre os alunos da sala. Dona Edileuza, a professora, resolveu alterar a data do meu nascimento e eu pude continuar os estudos.
   Lembro-me que mais tarde, quando meu pai não podia, eu mesma escrevia as cartas solicitadas pela minha avó. E o desejo de ler e escrever tornou-se realidade!
                                                                                    Onivete


    
Minha primeira experiência com a leitura foi por volta dos dez anos de idade. Cursava a antiga quarta série, hoje quinto ano. Era inverno, chovia muito, estava passando as férias na casa de minha avó que morava numa fazenda. O livro fora sugerido ou melhor  "imposto" pela professora pois assim que retornássemos das férias haveria prova sobre o livro cujo titulo era "A ilha perdida " - séria Vaga-lume.
  O livro chamou  a atenção pela dinâmica de sua narrativa onde dois garotos perdidos na floresta tiveram que desenvolver estratégias de sobrevivência.
  O que seria uma imposição passou a ser algo prazeroso, comecei  o me identificar com os personagens e me via realizado em suas aventuras. Acho que este é um livro que todo garoto deveria ler. Foi só o começo depois li quase todos da Série Vaga-lume.
                                                                                                     Carlos


Uma viagem pela leitura e escrita

Desde criança, a leitura faz parte da minha vida.Acho que ela nos permite adentrar amplos horizontes. Comecei ouvindo histórias infantis e lembro-me o quanto  elas me encantavam. Mais tarde, aos 07 anos de idade, aprendi a ler e escrever. Nunca vou me esquecer da ansiedade gerada pelas dificuldades encontradas ao longo da alfabetização... Através da leitura conheci muitos lugares, personagens admiráveis e outras insuportáveis.Contos de Fada, Coleção Vagalume, Clássicos da Literatura e outros diversos gêneros de textos povoaram o meu dia-a-dia ao longo da vida. Na adolescência adquiri o hábito de escrever tudo que sentia, já que encontrava muita dificuldade em me expressar oralmente. Esse costume carrego comigo até hoje, penso que a escrita é o retrato da minha alma, no papel cabe tudo, nele posso expressar minhas dúvidas, meus sentimentos, meus novos saberes, minhas frustrações, minhas certezas. Quanto à leitura, continua sendo minha companheira. Ela me permite enriquecer meus conhecimentos e me ajuda a continuar sonhando, afinal, quando perdemos a capacidade de sonhar, deixamos de viver.

                                                                     Luisa